Em 21 de abril de 2019, percorremos este trecho. No momento do embarque, o medidor de Cabins marcava 7.4 pés, ou cerca de 3000 pés cúbicos por segundo. Havia chovido forte na noite anterior e o medidor estava baixando lentamente de um pico de 8 pés. O nível da água estava quase perfeito — bastante água para atravessar as corredeiras, mas não tanta a ponto de formar ondas muito grandes. Remamos em uma canoa tandem aberta, com bolsas de flutuação na popa e na proa, mas sem outras partes visíveis. Quase viramos duas vezes por causa das ondas que entraram no barco. Como somos remadores de nível intermediário, achamos as corredeiras divertidas, mas desafiadoras. Mais ou menos na metade do percurso, encontramos um conjunto de dois cabos de metal atravessando o rio. Não conseguimos sair a tempo da correnteza de classe I-II e fomos forçados a passar por baixo dos cabos. Passamos por pouco, deitados de bruços na borda da canoa. Mais tarde, encontramos um segundo cabo simples, mais fácil de passar por baixo.